Categoria: Sacadas

Uma pequena história do Blues

Quando você pensa no blues, você pensa em desgraça, traição e arrependimento. Você perde seu trabalho, você começa o blues. Seu companheiro cai fora do amor com você, você começa o blues. Seu cão morre, você começa o blues.

Enquanto blues letras muitas vezes lidam com a adversidade pessoal, a própria música vai muito além de auto-piedade. O blues é também sobre superar a sorte dura, dizendo o que você sente, livrando-se da frustração, deixando seu cabelo para baixo, e simplesmente se divertindo. O melhor blues é visceral, catártico e fortemente emocional. De alegria desenfreada a tristeza profunda, nenhuma forma de música comunica emoção mais genuína.

O blues tem profundas raízes na história americana, particularmente na história afro-americana. O blues originou em plantações do sul no século 19. Seus inventores eram escravos, ex-escravos e descendentes de escravos – afro-americanos meeiros que cantavam enquanto trabalhavam nos campos de algodão e vegetais. É geralmente aceite que a música evoluiu a partir de espiritualidades africanas, cantos Africano, canções de trabalho, hollers campo, fife rural e música de bateria, hinos de revivalist e música de dança do país.

Os blues na guitarra cresceram acima no delta de Mississippi apenas upriver de Nova Orleães, o berço do jazz. Blues e jazz sempre influenciaram uns aos outros, e eles ainda interagem de inúmeras maneiras hoje.

Ao contrário do jazz, o blues não se espalhou significativamente do Sul para o Centro-Oeste até os anos 1930 e 40. Uma vez que o blues Delta fez o seu caminho até o Mississippi para áreas urbanas, a música evoluiu para o blues electrificado Chicago, outros estilos regionais de blues e vários híbridos de jazz-blues. Uma década ou mais depois, os blues deram origem ao ritmo ‘n blues e rock’ n roll.

Nenhuma pessoa inventou o blues, mas muitas pessoas alegaram ter descoberto o gênero. Por exemplo, minstrel show bandleader W.C. Handy insistiu que os blues foram revelados a ele em 1903 por um guitarrista de rua itinerante em uma estação de trem em Tutwiler, Mississippi.

Durante o meio a finais de 1800, o Deep South foi o lar de centenas de bluesmen seminal que ajudaram a moldar a música. Infelizmente, grande parte dessa música original acompanhou esses meeiros até seus túmulos. Mas o legado desses primeiros pioneiros do blues ainda pode ser ouvido nas gravações dos anos 20 e 30 do Mississippi, Louisiana, Texas, Geórgia e outros estados do sul. Esta música não é muito longe do campo hollers e canções de trabalho dos escravos e meeiros. Muitos dos primeiros músicos de blues incorporaram o blues em um repertório mais amplo que incluiu músicas folclóricas tradicionais, música de vaudeville e melodias de minstrel.

Sem ficar muito técnico, a maioria de música do blues é compreendida de 12 barras (ou medidas). Uma série específica de notas também é utilizada no blues. As partes individuais desta escala são conhecidas como as notas azuis.

Bem conhecidos blues pioneiros da década de 1920, como Son House, Blind Lemon Jefferson, Leadbelly, Charlie Patton e Robert Johnson normalmente executado solo com apenas uma guitarra. Ocasionalmente, eles se juntaram com um ou mais companheiros de bluesmen para se apresentarem nos campos de plantation, juntas de juke rural e barracas de mergulho do Deep South. As bandas de blues podem ter evoluído desde as primeiras bandas de jazz, coros gospel e bandas de jarro. A música da faixa do jarro era popular no sul até os 1930s. As primeiras jarras apresentavam vários tipos de jarras, guitarras, mandolinas, banjos, kazoos, baixas de cordas, harmônicas, violinos, tábuas de lavar e outros utensílios comuns convertidos em instrumentos brutos.

Quando o país blues se mudou para as cidades e outras localidades, que assumiu várias características regionais. Daí o blues de St. Louis, o blues de Memphis, o blues de Louisiana, etc. Chicago bluesmen como John Lee Hooker e Muddy Waters foram os primeiros a electrificar o blues e adicionar bateria e piano no final da década de 1940.

Hoje há muitos tons diferentes do blues. Os formulários incluem:

Azuis tradicionais do condado: Um termo geral que descreve o blues rural do delta de Mississippi, do Piedmont e de outros formulários rurais;

Jump blues: Uma amálgama dançante de swing e blues e um precursor de R & B. A Jump Blues foi pioneira por Louis Jordan;

Boogie-woogie: Um blues de piano popularizado por Meade Lux Lewis, Albert Ammons e Pete Johnson, e derivado de barrelhouse e ragtime;

Chicago blues: Delta blues eletrificado;

Cool blues: Uma sofisticada forma de piano que deve muito ao jazz;

West Coast blues: popularizado principalmente por músicos do Texas que se mudaram para a Califórnia. O blues da costa oeste é fortemente influenciado pela batida do balanço.

Os blues do Texas, Memphis blues e St. Louis blues consistem de uma grande variedade de subgêneros. O blues de Louisiana é caracterizado por uma guitarra pantanosa ou um som de gaita com muito eco, enquanto o blues de Kansas City é orientado para o jazz – pense Basie. Há também o blues britânico, um híbrido rock-blues pioneiro por John Mayall, Peter Green e Eric Clapton.

Se você deseja entender e fazer o seu próprio blues na guitarra, não deixe de conferir: https://www.cursobluesalemdoobvio.com/

Zakk Wylde – Pentatonic Hardcore (Vídeo Aula Completa Legendada em Português BR)

Vídeo aula rara do Zakk Wylde de 1997 totalmente legendada no canal do O Super Guitarrista. Inscrevam-se no canal.

AppleConsert – Curso de Manutenção de iPhone

AppleConsert – Curso de Manutenção de iPhone

E aí galera unida, bonita e cheirosa? 

Sei que muitos de vocês estão duros e costumam entrar no nosso querido oráculo – mais conhecido como Google – e digitar, ansiosos pela resposta que mudará suas vidas: como ganhar dinheiro.

Acho que essa é a palavra chave mais buscada de TODAS. Afinal, todo mundo quer ganhar uma grana, certo? No entanto, o que muita gente precisa ter em mente é que pra ganhar dinheiro sem investir nada é coisa totalmente fora de qualquer lógica. Então, a não ser que você tropece em uma pedra e caia em um poço cheio de petróleo no quintal da sua casa, de antemão aviso: Esta postagem NÃO É PARA VOCÊ.

Na verdade, se você está buscando uma forma de sair do buraco, pagar suas contas você veio ao lugar certo. Mais especificamente, se você procura um curso de manutenção de iPhone e iPad, saiba que você está no melhor lugar que poderia estar.

Certo? Vamos em frente?

Estes dias encontrei um produto sensacional, desenvolvido pelo técnico Bruno Leite. O cara é genial e desenvolveu o Curso AppleConsert – Manutenção iPhone. Como bom cético, tenho a tendência de sempre desconfiar dessas coisas, afinal o que não falta na internet é gente desonesta e louca para tirar grana alheia sem oferecer o que promete.

Porém, fiquei surpreso demais com a qualidade do material que o Bruno desenvolveu. Mais abaixo deixarei uma aula demonstrativa do Curso de Manutenção de iPhone e vocês poderão concordar comigo. Eu já vi muitos cursos na internet – gratuitos e pagos -, mas a metodologia aplicada no Curso AppleConsert – Manutenção iPhone foi a que de longe mais me agradou.

Está ficando curioso? Vem comigo que eu conto o resto.

Curso AppleConsert – Manutenção iPhone – Vale a pena?

Antes de falar se vale a pena, você pode ler estas manchetes, caso queira, senão, descarte-as e siga lendo a minha avaliação e mais alguns detalhes sobre o curso.

Leu tudo?

O que isto significa? Não, não estou subestimando a sua inteligência. O significado disto é que o mercado de celulares, especificamente da Apple, nunca esteve tão quente. É muito comum encontrar pessoas que estão procurando pela assistência autorizada e por ‘N’ motivos acabam preferindo consertar os seus aparelhos em assistências locais, muitas vezes não-especializadas, com menor custo e com possivelmente a mesma eficiência. A verdade é que consertar aparelhos da Apple é um nicho MUITO rentável e ganhar dinheiro, aliás, viver disto é algo perfeitamente real e possível.

Pelas minhas análises, os lucros giram em torno de 80~100%. Pensando aqui rapidamente não consegui encontrar algo tão lucrativo e que possa ser feito em pouco tempo e que seja realmente eficiente e sustentável a longo prazo.

Sustentável por que nada indica que as vendas de celulares da Apple irão cair nos próximos tempos, mesmo com a infernal tããããão falada crise.

curso de manutenção de iphone e ipad

Pois bem, agora vamos ao que interessa realmente: Curso AppleConsert – Manutenção iPhone – Vale a pena comprar?

O que me chamou MUITA atenção foi a qualidade da edição dos vídeos. Não espere por vídeos em baixa qualidade e mal acabados. A riqueza de detalhes é muito grande em todas as 90 vídeo-aulas, divididas em 8 módulos que englobam desde os consertos mais simples até mesmo os mais complexos e avançados.

Em cursos mais caros, inclusive com valores três a quatro vezes maiores que o Curso de Manutenção de iPhone eu encontrei vídeos mal editados e uma dinâmica de aula cansativa e enfadonha, além de não mostrar os detalhes, estes cursos não davam a impressão de que qualquer pessoa poderia realmente fazer o que era pedido. A diferença do AppleConsert para os outros cursos é que qualquer iniciante pode consertar um iPhone com o método aplicado no curso.

O Curso de Manutenção de iPhone é dividido em módulos e cada módulo equivale a um aparelho específico de iPhone e/ou iPad:

  • Módulo 1 – iPhone 4
  • Módulo 2 – iPhone 4S
  • Módulo 3 – iPhone 5
  • Módulo 4 – iPhone 5S
  • Módulo 5 –  iPhone 5C
  • Módulo 6 – iPhone 6
  • Módulo 7 –  iPhone 6 plus
  • Módulo 8 – iPhone 6S

Você aprenderá a consertar: Bateria, Flat Dock, Câmera, Flat Power, Flat Volume, Display LCD, Botão Home, Auricular, Câmera Frontal, Campainha e muito mais. Estas são apenas algumas das vídeo-aulas que estão presentes nos módulos citados acima.

Ainda está muito curioso? Veja o vídeo abaixo de uma vídeo aula demonstrativa do AppleConsert – Curso de Manutenção de iPhone:

Muito didático, certo?

Portanto o AppleConsert – Curso de Manutenção de iPhone vai te ensinar a diagnosticar defeitos e apontar as soluções para os seus clientes. Além do mais, você será preparado para ter uma profissão altamente rentável e que te proporcionará liberdade financeira em médio prazo. Se ainda sobrevive trabalha como empregado e deseja arduamente encontrar uma nova profissão, tenha certeza que aprender a consertar celulares é uma ótima pedida.

Maaas, se você já está satisfeito com a sua profissão, o curso também é indicado para quem simplesmente quer aprender uma nova atividade e aí, você pode até consertar os celulares dos seus amigos e o seu próprio sem ter que gastar mais nada com as caríssimas assistências autorizadas.

Honestamente o AppleConsert – Curso de Manutenção de iPhone vale bastante a pena e como alguém que já comprou o curso, eu indico também a você que chegou até aqui e leu tudo o que falei. Isto é sinal que você tem uma mente empreendedora e possivelmente alcançará o sucesso financeiro tão almejado simplesmente por buscar.

Vantagens de adquirir o curso:

  • Você poderá assistir as video-aulas como quiser e quando quiser. A licença de compra do curso é vitalícia;
  • Você poderá tirar dúvidas com o Bruno Leite – criador do AppleConsert – a partir do email que ele mesmo disponibiliza para isto;
  • Mais de 90 vídeo-aulas em alta qualidade de edição e de conteúdo com riqueza de detalhes e mostrando todos os processos de forma lenta e prática;
  • Custo benefício sensacional em relação aos cursos concorrentes que cobram muito e entregam muito pouco;
  • Você estará apto para realizar consertos simples e até mesmo complexos e começar a viver somente disto;
  • Você será o seu próprio patrão.

Para maiores informações sobre o curso, como preço e onde efetuar a compra, acesse o SITE OFICIAL clicando neste link.

Ah, peço que vocês compartilhem esta postagem. Se não foi útil para você, pode ser para alguém.

Obrigado pessoal e até a próxima.

Moreno.

Tutorial – Como colocar uma placa de vídeo externa em seu Notebook

Hoje o post é o chamado “pica das galáxias”. Um tutorial completo de como colocar uma placa de vídeo off-board em seu notebook para jogar jogos pesados.

Com um pouco de pesquisa e paciência, uma configuração de gráficos externos pode transformar seu laptop em uma potência de jogo por uma fração do preço de um PC de jogo totalmente novo.

Eu não tenho sido muito um jogador nos últimos anos, mas eu sempre gostei da idéia de ser um. Esse sentimento se intensificou quando eu tive meu primeiro vislumbre do próximo Star Wars Battlefront. Então, quando eu vi o trailer Fallout 4, eu sabia que tinha que começar a jogar novamente.

Mas eu rapidamente encontrei um grande problema: O único PC que tenho é um 2011 ThinkPad X220 com Intel HD 3000 gráficos integrados. Isso simplesmente não seria suficiente para rodar os jogos pesados mais atuais.

Claro, eu poderia fazê-lo funcionar para títulos como o Diablo III com apenas pequenos momentos de lag na tela de 12,5 polegadas, utilizando a resolução de 1366×728 do meu laptop, mas esqueça mais jogos gráficos intensivos em uma tela externa de 1080p.

Foi quando tive a ideia: “Ei, você pode ter um disco rígido externo, por que não uma placa gráfica externa? Certamente alguém fez isso.

Muitas pessoas têm. Há ainda algumas empresas a construir a sua própria placa gráfica externa (eGPU) em gabinetes como Alienware, MSI e ViDock. Mas esses kits eGPU tendem a ser caros pra caralho ou usar a tecnologia de conexão proprietária.

É por isso que a maior parte do mundo do jogo eGPU é tudo sobre DIY set-ups.

A boa notícia é que muitas pessoas que vão a rota DIY acabam com uma experiência plug-and-play que requer pouca ou nenhuma modificação, mas para chegar ao plug-and-play parte, você tem que fazer sua pesquisa.

Quando isso é feito, no entanto, você vai ficar com um “laptop assassino” derrubando o PC em jogos que podem bater até mesmo os gráficos de um XBox One ou Play Station 4.

O glossário do eGPU

Slots PCIe em uma placa-mãe de PC padrão.

Slots PCIe em uma placa-mãe de PC padrão.

Antes de começarmos, eu quero introduzir alguns termos. Sem um vocabulário básico o mundo do eGPU poderia ficar confuso, rápido. Não há muito para ver aqui para jogadores veteranos – você pode simplesmente rolar a barra de rolagem para a próxima seção.

PCIe x16: PCI Express (PCIe) é o slot da placa-mãe no qual uma placa gráfica padrão se encaixa. A parte “x16” significa que o slot PCIe tem 16 pistas que os dados podem percorrer. Com uma configuração de eGPU normalmente compactamos um slot x16 até uma conexão x1 (1 pista) ou x2 (2 pistas) para o laptop. Isso soa como um negócio louco, mas funciona surpreendentemente bem. Os slots PCIe vêm em três gerações: 1.0, 2.0 e 3.0. PCIe 4.0 também está em obras, mas não é esperado até 2017. A maioria das novas placas gráficas será executado no PCIe 3.0, que é compatível com a versão 2.0.

Conector de alimentação PCIe: PCIe também pode se referir a um tipo de conector de alimentação com seis ou oito pinos.

Um conector de alimentação de 24 pinos

Um conector de alimentação de 24 pinos

Conector ATX de 24 pinos: Este é outro tipo de conector de alimentação que é comumente usado com fontes de alimentação de PC, e é uma das opções de alimentação em adaptadores PCIe.

PCIe placa / placa: Esta é uma pequena placa de circuito com um slot PCIe, alguns slots HDMI, e um monte de opções de energia. O único ponto do adaptador PCIe é ajudar a placa gráfica a se comunicar com o laptop.

Express Card Slot: Este é o local do seu laptop que é reservado para cartões de banda larga sem fio de uma operadora de celular.

MPCIe: Esta é uma interface que alguns entusiastas de eGPU usam para conectar sua placa gráfica a seu laptop em vez de um ExpressCard. Ele oferece uma melhor conexão, mas pode ser um aborrecimento porque a maioria dos slots mPCIe estão dentro do laptop.

cabo-thunderbolt-notebook

Thunderbolt: A tecnologia de E / S rápida da Intel é também uma opção para uma conexão eGPU. Os laptops Windows normalmente não oferecem portas Thunderbolt (ainda), mas muitos entusiastas do MacBook eGPU relatam uma ótima experiência com uma conexão Thunderbolt.

BIOS: Este é o programa que inicialmente é iniciado quando você inicializa o computador. Normalmente é acedido teclando F2, outra tecla F ou um botão especial no seu laptop. O BIOS controla uma variedade de opções para o seu PC, incluindo, por exemplo, a ordem de inicialização de processos.

Frames por segundo (fps): Esta é uma medida básica de quão bem um jogo é executado em um determinado sistema. O padrão de ouro para os jogadores de PC é 60fps, embora 30fps é considerado perfeitamente jogável. Muitos jogos de console “de próxima geração” ainda funcionam a 30 fps.

Componentes básicos do eGPU
Uma configuração típica do eGPU requer cinco itens básicos: um laptop, uma placa gráfica de mesa, um monitor externo, um adaptador / placa PCIe para abrigar o cartão e uma fonte de alimentação separada para a placa gráfica. Você também pode querer um kit de arrefecimento para o seu laptop, se você estiver indo para tentar jogar jogos que vão além do que é chamado de pesado em gráficos, como The Witcher 3.

Idealmente, o seu laptop está contido com um processador Intel quad-core Core ou um processador Core dual-core com Hyperthreading. Também seria uma ótima idéia trocar o disco rígido por um SSD. Este último é muito mais responsivo e torna a experiência de jogo muito melhor, mas não é uma necessidade.

Uma placa BPlus PCIe para uso de placa gráfica externa.

Uma placa BPlus PCIe para uso de placa gráfica externa.

HWTools
Uma placa BPlus PCIe para uso de placa gráfica externa.
A placa PCIe é um equipamento especializado. O local mais popular para pegar uma placa para usuários ExpressCard e mPCIe é o BPlus em Taiwan (HWTools.net). Se você está olhando para usar o Thunderbolt 2.0 para uma configuração eGPU há gabinetes que você pode comprar. Confira esta configuração do eGPU apresentada no AnandTech, bem como o projeto de DIY eGPU do blogger norueguês Poul Peter Serek para mais detalhes.

A maioria dos usuários de ExpressCard e mPCIe deseja obter o PE4C 3.0 da BPlus, que possui um slot PCIe-3.0 x16, além de um suporte agradável para suportar seu cartão. A placa PCIe vem como um kit com conectores de alimentação, e um cabo HDMI-para-ExpressCard que permite que a placa gráfica para interface com o seu laptop.

Como instalar placa gráfica em Notebook – Tutorial

Nem todas as experiências do eGPU são criadas iguais, mas todas têm uma coisa em comum: você tem que fazer um pouco de pesquisa antes de chegar à parte plug-and-play. Na verdade, você pode descobrir que seu laptop particular não é plug-and-play-pronto qualquer, exigindo alguns ajustes de software para funcionar corretamente.

A primeira coisa que você deve fazer é ler sobre as experiências de outros usuários eGPU tiveram com o seu modelo de laptop. Há uma tonelada de usuários eGPU lá fora, e a menos que seu modelo é particularmente novo ou obscuro, as chances são altas que alguém já criou um eGPU configurado com o seu modelo de laptop.

Se você não encontrar alguém com seu modelo, volte uma geração, ou procure laptops do mesmo fabricante para ter uma noção das dificuldades.

Dois locais são centrais para a pesquisa do eGPU. O primeiro é o TechInferno eGPU threads dirigido pela Austrália-baseado Nando4 (vamos apenas chamá-lo Nando) e outros. O segundo é NotebookReview.

Um dos problemas mais comuns que as pessoas atravessam é o que é conhecido como “erro 12.” Isso acontece quando o sistema Windows decide que não tem recursos suficientes para executar a placa gráfica. Erro 12 geralmente pode ser corrigido com soluções como o Setup 1.30, um utilitário de software pago por Nando.

Para obter mais referências, consulte também o YouTube, que está cheio de pessoas rodando benchmarks ou filmando vídeos de suas configurações de eGPU.

Escolhendo sua placa gráfica
Uma vez que você descobriu que tipo de experiência eGPU você provavelmente terá, é hora de começar a comprar uma placa gráfica. Você pode comprar praticamente qualquer coisa, mas eu não aconselharia ir para um cartão top-of-the-line, como o Radeon R9 Fury X ou o Nvidia GeForce GTX Titan X. Em vez disso, eu aconselho você a procurar uma boa placa de vídeo, mas não a melhor que existe.

Boas dicas seriam uma GTX 960 ou Radeon R9 380 – ambas são ótimas para 1080p gaming.

Mais importante, no entanto, não há garantia de que um eGPU funcionará até que você tente. Se você já fez a pesquisa adequada para o seu laptop de antemão, as chances de uma experiência ruim são bastante baixos. No entanto, há sempre o risto e você só pode ser a única pessoa que enfrenta dificuldades.

Se, no entanto, você planeja comprar um novo desktop em breve, em seguida, investir em um cartão high-end agora pode ser uma maneira de espalhar o custo de um novo PC ao longo do tempo.

A outra decisão é se ir com um cartão de AMD ou de Nvidia. A maioria dos usuários eGPU tendem a ir com a Nvidia, então foi isso que eu fiz.

Uma coisa a ter em mente é que sua placa gráfica geralmente precisa do seu próprio conector de alimentação para funcionar em uma configuração eGPU. Isso pode ser um problema para cartões com requisitos mínimos de energia como o GeForce GTX 750 Ti, que extrai seu poder da placa-mãe. Eu não testei se o estoque GTX 750 Ti iria trabalhar com uma placa BPlus, mas eu acabei comprando uma versão overclocked do GTX 750 Ti que vem com um conector de alimentação PCIe de 6 pinos.

Escolhendo sua fonte de alimentação
Junto com sua placa gráfica, você também precisará de uma fonte de alimentação (PSU). Existem muitas marcas de renome de PSUs lá fora, incluindo Cooler Master, Corsair e Seasonic.

Corsair CX430M PSU
Alternativamente, você pode necessitar somente um ‘tijolo’ da potência similar a que dê energia ao seu portátil. A exemplo da Nvidia GTX 650 Ti, que exige 110 watts de potência, de acordo com especificações da Nvidia. Nando aconselha que a sua fonte de alimentação necessita de cerca de 15% mais energia do que o cartão (não o sistema), o que significa que um cartão de 110 Watts precisa de uma PSU com um mínimo de 127 Watts.

BPlus recomenda que qualquer pessoa com uma placa gráfica que exija mais de 220W deve usar a opção de energia ATX com uma PSU PC padrão.

Pessoalmente, eu só fui com uma fonte de alimentação modular Corsair desde uma PSU padrão é tão fácil de encontrar. O guia da PCWorld para escolher uma fonte de alimentação de PC pode ajudá-lo a tomar decisões de compra inteligentes.

Configurando-o
A pesquisa foi feita feita, sua placa de vídeo está na caixa, É hora de começar a fazer a mágia acontecer.

Para o nosso exemplo, estamos conectando uma edição de overclock Asus GeForce 750Ti e uma fonte Corsair 430M PSU a um PE4C 2.1a da BPlus. A placa se conecta a um Lenovo X220 através de um slot ExpressCard – que pode ser adquirido em lojas de informática diversas – , e o cartão também se conecta a um monitor externo de 22 polegadas 1080p através de uma das portas DVI do 750Ti.

1. Primeiro, encaixe sua placa gráfica para o slot PCIe na placa BPlus.

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2. Agora conecte o conector PCIe de 8 pinos na placa ao conector de alimentação de 6 pinos na placa gráfica.

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3. Finalmente, insira o cabo ExpressCard no laptop e, em seguida, deslize o lado oposto do cabo – o que está com a conexão HDMI – na porta HDMI com o rótulo “X1” no adaptador PCIe. Neste ponto, você também conectaria sua placa gráfica diretamente ao seu monitor externo, geralmente via HDMI ou DVI.

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E aqui vai o resultado final:

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Agora é hora do momento da verdade. Ligue a sua PSU (não se preocupe se nada acontecer ainda), em seguida, inicialize seu laptop – ou, pelo menos, que é a ordem de boot que funciona para mim. Alguns usuários relatam que a inicialização de uma configuração de eGPU funciona somente quando eles se encaixam no slot ExpressCard após o inicial inicial ou quando o Windows foi carregado.

Seja qual for sua ordem de boot, e assumindo que você tinha uma configuração plug-and-play como eu fiz, você deve inicializar no Windows como de costume. Seu laptop pode fazer algumas ‘partidas falsas’ antes que ele ligue corretamente, porque você adicionou hardware novo para ele. Quando estiver no Windows, verifique se a sua placa gráfica é detectada abrindo o gerenciador de dispositivos e procurando em Adaptadores de vídeo.

Se a sua placa gráfica não estiver identificada, faça o download e instale manualmente os drivers da placa da AMD ou Nvidia. Em seguida, você precisará reinicializar o sistema para que sua configuração do eGPU funcione corretamente.

Uma vez que isso é feito você e o seu laptop agora estão aptos para o maravilhoso mundo dos jogos.  Lembre-se que a GTX 750 Ti é uma placa gráfica de nível de entrada, também. Opções mais caras, incluindo a GeForce GTX 950, podem obviamente funcionar muito melhor.

Atenção: Apesar do tutorial estar correto, não nos responsabilizamos caso você faça a instalação errada e/ou o seu laptop não permita tais configurações. Ou seja: faça por sua conta e risco. É importante, como citei, sempre procurar referências antes de fazer qualquer coisa que você possa se arrepender no futuro.

Onde assistir desenhos online dublado?

Segue uma lista de links com sites interessantes para quem quer assistir desenhos ou animes online dublado.

Estes links são feras para quem está procurando sites confiáveis para assistir animes online.

Como fazer jogos para Android? Criador de Jogos

Pessoal, vou reservar este post para dar uma dica animal para todos vocês que querem ganhar uma grana na internet sem precisar fazer um grande investimento e melhor do que isto, sem precisar ter conhecimento ou habilidades técnicas para saber como criar jogos para android.

Esqueça tutoriais complicados ou programações em Java ou C++. Descobri uma forma muito massa de conseguir fazer jogos para android e ainda ganhar dinheiro com eles, trata-se do Criador de Jogos.

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Como funciona o Criador de Jogos?

Da forma mais simples possível. Tenha certeza disto. O programa é fácil de usar e fará com que você tenha a chance de construir um game em apenas 15 minutos, e após isto, ainda lhe dá a opção de monetizar o app e ganhar dinheiro com android.

Você pode escolher o tipo de jogo que quer criar e com uma interface intuitiva e rápida você poderá criar o seu jogo e publicá-lo rapidamente na Google Store.

O Criador de Jogos funciona muito bem e é a solução ideal para desenvolvimento de jogos para android.

Como ganhar dinheiro com Android?

Sabemos que a monetização de conteúdos é algo que gera muita grana para quem adentra neste ramo. É possível ganhar dinheiro com poucos minutos e com vários games. A ideia é que você faça diversos jogos para android rapidamente e monetize todos eles. O programa Criador de Jogos é adaptável para diversas plataformas de monetização. Cabe a você escolher.

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Eu preciso saber programar para criar o meu game para android?

NADA. Não precisa programar nada. A interface do Criador de Jogos é totalmente intuitiva e é adaptada para que qualquer usuário, iniciante ou experiente, possa conseguir utilizá-lo sem problemas.

Comecei a utilizar o Criador de Jogos e logo de cara fiz quatro aplicativos diferentes e os monetizei com o CucuAds. O retorno desta plataforma veio em euros e logo me vi muito satisfeito com o investimento. Rômulo Martins.

Confesso que não estava dando muita bola para o Criador de Jogos, mas ainda assim decidi fazer o investimento, até por ser bem baixo. Não me arrependi. Nas primeiras semanas já comecei a ganhar um dinheiro com meus jogos e hoje essa renda é super importante para mim. Caio Azevedo.

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